Apropiaciones del sistema conceptual del inglés como lengua franca en la formación de profesores
DOI:
https://doi.org/10.35588/ayr.v7i2.7262Palabras clave:
experimento didáctico, inglés como lengua franca, programa de formación de profesores, teoria sociocultural e histórico-culturalResumen
El estatus del inglés como lengua franca (ELF, por sus siglas en inglés) ha generado debates en la formación docente debido a los desafíos de incorporarlo en los planes de estudio (El Kadri, 2010; Gimenez, El Kadri, & Calvo, 2018). Este artículo tiene como objetivo examinar cómo los docentes en formación han apropiado las implicaciones pedagógicas del ELF en sus planes de clase. Adoptamos el inglés como lengua franca y la teoría sociocultural e histórico-cultural (Vygotsky, 2001) como nuestro marco teórico. Este estudio cualitativo se basa en el experimento didáctico formativo como enfoque teórico-metodológico (Sforni, 2015). Los datos fueron recolectados a partir de los planes de clase elaborados por los estudiantes participantes. El análisis de los datos se realizó desde la perspectiva del ELF y del experimento didáctico formativo. Los resultados indican que los participantes se apropian de aspectos del sistema conceptual del ELF en distintos niveles, de diversas maneras y con diferentes grados de profundidad respecto a aspectos específicos y/o implicaciones del concepto.
Descargas
Referencias
Aquino, O. F. (2014). O experimento didático-formativo: contribuições para a pesquisa em didática desenvolvimental. Didática e Prática de Ensino na relação com a Formação de Professores. Universidade Estadual do Ceará.
Bayyurt, Y. & Sifakis, N. (2017). Foundations of an EIL-aware Teacher Education. In A. Matsuda (Ed.), Preparing Teachers to Teach English as an International Language (pp. 3-18). Multilingual Matters.https://doi.org/10.21832/9781783097036-003
Base Nacional Comum Curricular. (2017). Ministério da Educação.
Davidov, V. V. (1988). La enseñanza escolar y el desarrollo psíquico. Editorial Progreso.
Duboc, A. P. M. (2019). Falando Francamente: uma leitura bakhtiniana do conceito de “Inglês como Língua Franca” no componente curricular Língua Inglesa da BNCC. Revista Da Anpoll, 1(48), 10-22. http://dx.doi.org/10.18309/anp.v1i48.1255
Canagarajah, A. (2007). Lingua franca English, multilingual communities, and language acquisition. The Modern Language Journal, 91, 923-939.
El Kadri, M. S. (2010). Atitudes sobre o estatuto do inglês como língua franca em um curso de formação inicial de professores [Dissertação de mestrado, Universidade Estadual de Londrina].
El Kadri, M. S., & Gimenez, T. (2013). Formando professores de inglês para o contexto do inglês como língua franca [Educating English language teachers for the English as a lingua franca context]. Acta Scientiarum. Language and Culture, 35(2), 125–133.
Firth, A., & Wagner, J. (1997). On discourse, communication, and (some) fundamental concepts in SLA research. Modern Language Journal, 81(3), 285–300.
Gimenez, T. (2008). Eles comem cornflakes, nós comemos pão com manteiga: espaços para reflexão sobre cultura na aula de língua estrangeira. Boletim NAPDATE.
Gimenez, T. (2009). Antes de Babel: Inglês como Língua Franca Global. Anais 7 Encontro De Letras Linguagem E Ensino - ELLE, 7, 1-10.
Gimenez, T., Calvo, L. C. S., & El Kadri, M. S. (Eds.). (2011). Inglês como língua franca: Ensino-aprendizagem e formação de professores. Pontes Editores.
Gimenez, T., El Kadri, M. S., Calvo, L. C. S., Siqueira, D. S. P., e Porfírio, L. (2015). Inglês como língua franca: desenvolvimentos recentes. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, 15(3), 593-619. https://doi.org/10.1590/1984-639820157010
Gimenez, T., El Kadri, M. S., & Calvo, L. C. S. (Eds.). (2018). English as lingua franca in teacher education: A Brazilian perspective. De Gruyter Mouton.
Jenkins, J. (2012). English as a Lingua Franca from the classroom to the classroom. ELT Journal, 66(4), 486–494. https://doi.org/10.1093/elt/ccs040
Jenkins, J. (2015). Repositioning English and multilingualism in English as a Lingua Franca. Englishes in Practice, 2(3), 49–85. https://doi.org/10.1515/eip-2015-0003
Menezes Jordão, C., (2014). ILA – ILF – ILE – ILG: Quem dá conta?. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, 14(1), 13-40. https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339831530002
Nascimento, C. P. (2010) A organização do ensino e a formação do pensamento estético-artístico na teoria histórico-cultural [Dissertação de Mestrado, Universidade de São Paulo]. https://doi.org/10.11606/D.48.2010.tde-20092010-145437
Rombaldi, G. (2023). Apropriações do sistema conceitual de inglês como língua franca na formação de professores: Um experimento didático na residência pedagógica do curso de Letras Inglês [Dissertação de mestrado, Universidade Estadual de Londrina].
Sforni, M. S. (2015). Interação entre Didática e Teoria Histórico-Cultural. Educação & Realidade, 40(2), 375–397. https://doi.org/10.1590/2175-623645965
Siqueira, D. S. P. (2008) Inglês como língua internacional: por uma pedagogia intercultural crítica. [Tese de Doutoramento, Universidade Federal da Bahia]. http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/11607
Vigotski, L. S. (2001). A construção do pensamento e da linguagem (P. Bezerra, Trad.). Martins Fontes.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Michele Salles El Kadri, Gabrieli Rombaldi

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.







